
Foto: Andreas Muhme
Dias de Caboco
Joel Dias alias Dias De Caboco ist ein brasilianischer Musiker und Capoeirista – und vor allem ein Sohn des Nordostens:
aus Pernambuco, aus Recife, genauer gesagt aus dem Viertel Pina im Süden der Hauptstadt.
Er wuchs mit den Rhythmen des Maracatu, den Toadas des Coco, der Kadenz des Samba und den
Gesängen der Capoeira auf. All das prägte ihn in einer Gemeinschaft, die in den 1990er-Jahren ein
Zentrum kultureller Aufbruchsstimmung war und bis heute für künstlerischen Widerstand in der Stadt steht.
Als Roadie arbeitete er mit Ikonen der Musik aus Pernambuco wie dem Sänger André Rio, Nena Queiroga, Maestro Spok
sowie der Gruppe Chico Science & Nação Zumbi zusammen – den Wegbereitern der Mangue-Beat-Bewegung.
Vor über 20 Jahren zog Joel nach Deutschland.
Musik und Capoeira, zwei untrennbare Elemente seines Lebens, begleiteten ihn dabei stets.
Heute ist Joel weiterhin aktiv – als DJ, Musikproduzent und Veranstalter.
Aufbauend auf den musikalischen Einflüssen seiner Kindheit und Jugend integrierte er im Laufe der Zeit elektronische
Rhythmen, Hip-Hop-Kultur, Reggae und karibische Klänge in sein Repertoire. Eine globale Musikalität, ohne jemals seine Wurzeln zu verleugnen.
Dabei verbindet er die musikalischen Ausdrucksformen und die kulturellen Beziehungen der Vorfahren – der schwarzen Bevölkerung, der indigenen Gemeinschaften und anderer historisch marginalisierter Gruppen – mit der Gegenwart der brasilianischen und internationalen Musikszene.
Die Erfahrungen aus vielen Jahren der Eventorganisation, seiner Arbeit als Capoeira-Lehrer und seiner musikalischen Produktionen führten Joel schließlich ganz natürlich zur Entwicklung einer eigenen künstlerischen Identität.
In seinem Studio komponierte und produzierte er das Projekt „Dias de Caboco“.
In diesem Werk geht die DNA des brasilianischen Nordostens eine Art Symbiose mit vielfältigen Einflüssen
zeitgenössischer Musik ein.
Mit Gastbeiträgen und musikalischen Kooperationen wird „Dias de Caboco“ derzeit vorbereitet und bald auf allen Musikplattformen sowie als physische Veröffentlichung auf Vinyl erscheinen.
Mit ebenso unterschiedlichen wie einfachen Titeln wie „Todo Mundo Vai / Todo Mundo Vem“,
„Pinambuco“, „Cadê Chico?“ oder „Frevo Turbinado“ verleiht Joel Dias seinen Songs eine klare Identität, Vielfalt und eine starke persönliche Handschrift.
„Dias de Caboco“ ist gewürzt mit Frevo, Maracatu und Samba – ohne sich jedoch auf diese Einflüsse zu beschränken.
Joel Dias é músico e capoeirista brasileiro, e antes de tudo, nordestino,
pernambucano, recifense do bairro do Pina, na Zona Sul da capital.
Cresceu ouvindo batidas de maracatu, toadas de coco, a cadência do samba, e as cantigas da capoeira, tudo isso em uma comunidade que foi palco da efervescência cultural dos anos 90 e até hoje simboliza a resistência artística na cidade.
Trabalhou como Roadie com ícones da música pernambucana como o cantor André Rio, Nena Queiroga, Maestro Spok, e o grupo Chico Science & Nação Zumbi, idealizador do movimento Mangue Beat.
Há mais de 20 anos Joel partiu para morar na Alemanha, sempre envolvido com a música e capoeira, artes intrínsecas em sua vida.
Joel se mantém ativo e atuante como DJ, produtor musical,
e de festas.
Aliada a essa bagagem musical que vem da infância e adolescência, incorporou ao seu repertório influências de ritmos eletrônicos, da cultura hip hop, do reggae, e sons caribenhos. Musicalidade global, sem jamais abandonar sua raiz.
Conectou ao repertório as relações ancestrais dos negros, índios, e comunidades mais fragilizadas, ao momento atual
da música brasileira e mundial.
A experiência adquirida ao longo dos anos realizando eventos, atuando como professor de capoeira, e criando música, naturalmente levou Joel a criar sua própria identidade musical. Compondo e produzindo em seu estúdio pessoal,
Joel deu vida ao projeto autoral "Dias de Caboco",
onde o dna do nordeste faz uma espécie de simbiose com diversas influências
da música contemporânea. Contando com participações e parcerias,
"Dias de Caboco", está sendo preparado, para em breve, ser
disponibilizado em todos os apps de música, e no formato físico, em
vinil.
Batizando as canções com títulos díspares e simples como "Todo Mundo
Vai / Todo Mundo Vem", "Pinambuco", "Cadê Chico?", e "Frevo
Turbinado", por exemplo, Joel Dias imprime identidade, pluralidade, e bastante personalidade.
"Dias de Caboco" é temperado com frevo, maracatu, samba, sem se restringir apenas a essas referências.

Foto: Andreas Muhme

Foto: Andreas Muhme
